De noite Genivaldo criava o seu cenário favorito, trazia um bar para o terraço, espalhava três mesinhas de bar com umas cadeiras superconfortáveis. Afinal, as noites eram sempre longas e o conforto, indispensável.

Aí começava a chegar o pessoal. Elizete vinha cedo, morava ali perto e vinha atrás da caipirinha e de um papo antes de dormir. O poetinha chegava depois e dizia que tinha vindo por minha causa, não era para visitar a Elis, mas para checar o amigo. Levantava a minha moral e me olhava com aquele olhar de quem dizia: “tô com crédito, quando eu precisar tu tem que me socorrer”. E ele sabia que eu estaria lá. Quantas vezes eu acalentara o choro da mulher que ele abandonava por um novo amor, houve duas que eu herdei, de papel passado e tudo, ele transferiu a mulher para mim garantindo que eu faria amor para ela, não iria falhar no ato sexual e ainda iria escrever uma poesia ou outra, ele até ia corrigir, mas com uma cláusula de garantia ─ eu tinha que ficar seis meses totalmente apaixonado por elas.

 

Quer saber como termina essa história? Leia na íntegra a crônica Bottles Club, de Max Gonçalves, só aqui no Bella da Semana!

 


Comentários

XRumerTest escreveu em 11/01/2018
Hello. And Bye.

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