Guinness agora é vegana
créditos: Guinness

Guinness agora é vegana

Conforme prometido alguns anos atrás, a irlandesa Guinness finalmente modificou a receita centenária para retirar uma gelatina derivada de peixe, utilizada para filtrar a levedura em excesso, da lista de ingredientes. Isso significa que vegetarianos e veganos que preferem não consumir cervejas processadas com derivados de peixe podem, por fim, apreciar uma boa pint da bebida escura. No momento, a mudança ocorreu apenas com o chope, mas até o final do ano o ingrediente será retirado de todas as versões.

O produto gelatinoso, chamado de ictiocola (cola de peixe), é uma tecnologia que vem lá no início do século XVIII para filtrar levedura e sedimentos do fundo dos barris para que a cerveja não tenha que ser jogada fora.

Atualmente, a maioria das cervejas utiliza uma gelatina sintética para fazer esse trabalho, porém as cervejas fundidas ainda utilizavam a ictiocola por não terem uma outra alternativa aceitável.

“Tudo o que tentamos fazia com que a bebida perdesse aquela cor escura que vimos na base do copo, que prova que a cerveja é limpa”, explica o chefe de qualidade da Diageo, produtora da Guinness. “Não queríamos comprometer a qualidade, então foi preciso esperar pela tecnologia.”

O tipo de filtragem que a empresa utilizará a partir de agora surgiu apenas na década passada e a marca garante que essa nova tecnologia é muito melhor na remoção de levedura sem modificar o sabor. Vegetarianos que consumiam outras marcas de cerveja não foram a razão da mudança, mas o fato não deixa de trazer vantagens.

“A total distribuição de garrafas e latas estará disponível até o final de 2017, então até lá o nosso conselho para veganos é que consumam a bebida somente dos barris (chope) por enquanto,” explica a empresa no FAQ.

Traduzido de: Consumerist.

 

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